11
Mai

Especial GTA

Não perca em breve o especial Grand Theft Auto.Onde vamos falar sobre todas as series pra você,nossa previsão é começar nessa semana;então fique ligado aqui na Games-X:

Vamos mostrar todo o enredo dos games,curiosidades,detonados dos games que você quiser e muito mais.Não perca!!!!

11
Mai

saiu o trailer de Crash Bandicoot: Mind Over Mutant

Crash está de volta com mais um game muito engraçado em uma aventura para derrotar o eterno vilão da série, Cortex, que quer controlar as mentes de todos os marsupiais e mutantes.Confira:

Em produção pela Vivendi Crash Bandicoot: Mind Over Mutant tem previsão de lançamento para outubro de 2008. Tendo versões para PlayStation 2,PSP,Xbox 360,Nintendo DS e Wii.

11
Mai

veja imagens de top spin 3

A 2K Sports mostrou novas imagens de Top Spin 3, novo jogo de tênis da serie:


Vindo de um grande nome das quadras virtuais, o game traz os tenistas mais famosos para duelar em batalhas online e offline, desta vez com gráficos remodelados.


As imagens são da versão para Xbox 360. Top Spin 3 tem previsão de lançamento para 20 de maio deste ano
previsto para Xbox 360, Nintendo DS, Wii, PlayStaion 2 e PlayStation 3.

Confira mais novidades a qualquer momento aqui na Games-X.

11
Mai

Eletronic arts quer comprar a take two

A Electronic Arts ainda não teve sucesso na tentativa de compra da Take Two, porém, terá outra oportunidade para uma nova oferta, já que assegurou um empréstimo de um bilhão de dólares se a aquisição ocorrer em janeiro de 2009. A informação vem do site Game Politics.
A compra dos estúdios Pandemic e Bioware “esvaziou” os cofres da EA, tornando assim o empréstimo necessário para uma possível aquisição da Take Two. Com isso, a EA provavelmente deve voltar a ofertar um valor maior para a compra da produtora da série Grand Theft Auto.Vamos ver se eles vão conseguir.

11
Mai

Produtora quer jogos de Big Brother no PC e videogames

A Endemol, produtora de TV holandesa responsável pelo reality show Big Brother, revelou estar interessada em distribuir jogos baseados na atração através da internet e até mesmo das redes online dos consoles.

Em entrevista ao site Casual Gaming, Jon Vlassopulos, vice-presidente sênior de mídia digital da Endemol, disse que a empresa quer levar seus produtos aos fãs de videogame, utilizando canais como a web, o WiiWare e a Xbox Live.

Embora o PC continue sendo o caminho mais viável para os planos da Endemol, Vlassopulos elogiou a rede do Xbox 360. “A plataforma Xbox Live é muito mais avançada que o online do PlayStation e do Wii. Temos discutido com grupos diferentes da Microsoft, mas o primeiro foco está nos jogos online para PC”.

Eu não sei vocês mas eu não gosto de Big Brother.de qualquer modo vamos disponibilizar um download de game do bbb na 3º edição dos downloads.até lá.

11
Mai

continuação de marvel ultimate alliance anunciada

O grande sucesso Marvel ultimate alliance teve sua continuação confirmada pela Activision.O game chegara no fim do ano mas não foram anunciadas as plataformas em que ele estara.

o primeiro capítulo da série teve versões para Xbox 360, PS3, PS2, Wii, Xbox, PSP, PC e Game Boy Advance.estamos esperando por mais novidades.

10
Mai

especial link-parte Final(com alguns bonus no final da materia)

Confira a ultima parte desse grande especial sobre Link o nosso personagen principal de Legends of Zelda:

Anteriormente:Quando a Nintendo revelou o GameCube em 2000, um vídeo experimental de Zelda foi exibido para uma platéia muito empolgada. Um Link adulto e realista enfrentava um detalhado Ganondorf. Esse mesmo vídeo foi novamente exibido na feira americana E3, deixando ainda mais água na boca. Mas quando a Nintendo revelou o novo Zelda ao lado de Mario Sunshine, tudo aquilo foi pelo ralo… ao invés disso, o game foi inteiro recriado com visual de desenho animado.

Parte:final

Depois de meses de reclamações de fãs, Legend Of Zelda:The Wind Waker chegou às lojas provando seu valor. O game se apoiava pesadamente no sistema de Ocarina of Time, mas com uma grande diferença: ao invés das grandes planícies de Hyrule, o novo herói agora vive em uma ilha no meio de um enorme oceano, controlando o vento para operar seu barco a vela falante.

A abertura do jogo conta a lenda de um reino mágico que tinha um poder dourado. Um dia, uma pessoa maligna conseguiu controlar esse poder e iniciou um ciclo de destruição. Só que um herói vestido de verde surgiu e salvou o dia, ganhando o nome de Herói do Tempo. Infelizmente, o mal voltou… mas o herói não. Os habitantes então rezaram aos deuses que acabassem com a ameaça, mas as preces não foram atendidas. Esse reino foi esquecido, mas os habitantes das ilhas ainda vestem seus filhos de verde como um ritual de passagem em homenagem ao herói… e a aventura começa com o aniversário de Link, com uma clara referência a Ocarina of Time.

O game não traz grandes inovações, mas é um dos primeiros a realmente se esforçar para amarrar detalhes de outros títulos. Muitas das raças e criaturas de Ocarina of Time estão representados

de uma maneira um pouco diferente ou discreta – e aparentemente a cronologia da série começará a ser levada mais a sério a partir desse jogo.

Voltando à trama: logo no começo da aventura Link vê sua irmã raptada, e se junta a um grupo de piratas para tentar resgatá-la. Assim ele encontra Ganondorf, um ladrão impiedoso em busca de poder. Ele é jogado no mar, quando é resgatado por um estranho barco falante. Juntos eles conseguem levantar uma torre no meio do oceano, abrindo um caminho até o fundo do mar. Lá eles encontram nada menos do que as ruínas de Hyrule, completamente inundadas. Link retira a Master Sword do templo… sem saber das conseqüências de suas ações.

Ao tentar enfrentar Ganondorf com a arma, ele é rapidamente derrotado. O vilão explica que a remoção da Master Sword acabou com o selo antigo, liberando todos os seus poderes. E, sem sua força original, a espada não pode mais derrotá-lo. Quando a pirata Tetra tenta defender Link, Ganondorf percebe que ela é realmente Zelda, e carrega a Triforce da Sabedoria consigo. A dupla escapa, e volta até o castelo de Hyrule, onde o antigo rei (que na verdade é a identidade secreta do barco falante) explica que as preces do povo antigo foram atendidas – e o reino foi selado com uma chuva torrencial.

Link então parte na missão de recuperar os poderes da espada e os pedaços da Triforce da Coragem deixadas pelo Herói do Tempo. Tendo terminado essa longa missão, ele volta a enfrentar Ganondorf. Com os três pedaços da Triforce novamente reunidos, ele revela seu plano: desejar o fim do oceano para que Hyrule volte à sua glória. Só que o antigo rei sai na frente e pede que o antigo reino seja destruído para sempre… mas que Link e Zelda tenham um futuro. Ganondorf é petrificado e as águas consomem a glória de Hyrule, junto com o rei.

Para tentar se destacar, Wind Waker ofereceu algumas novidade: além de poder usar armas de inimigos, o game estréia a possibilidade de conectar um Game Boy Advance para que um segundo jogador controle Tingle. Essa opção dava dicas e itens extras ao protagonista, e foi descrita pelo criador Shigeru Miyamoto como uma maneira de permitir que pais ajudem os filhos.

link vs ganondorf

Mesmo provando sua qualidade, os fãs continuaram a criticar a decisão de usar um Link tão jovem e gráficos tão estilizados. Uma brincadeira de primeiro de abril na revista Electronic Gaming Monthly americana chegou a mencionar um remake realista de Wind Waker, causando furor entre os fãs. Mas seus desejos seriam atendidos com algo muito melhor…

2006 -Link fica adulto e ganha mais aventuras no Gamecube

Revelado pela primeira vez como um breve vídeo no final da conferência da Nintendo às vésperas da E3 2004, o segundo Zelda para GameCube responde a praticamente todos os desejos dos fãs, não apenas trazendo um Link mais velho, dois mundos paralelos, gráficos realistas e a Hyrule clássica, mas também promete ser muito maior que Ocarina of Time. E isso é só o começo…

A Nintendo está fazendo muito segredo sobre Twilight Princess, e o pouco conhecido foi revelado com um conta-gotas: sabemos que ele se passa algumas décadas depois de Ocarina of Time, mas muito antes de Wind Waker, e que seu protagonista é um Link inédito. O herói é uma espécie de vaqueiro de uma vila que fica próxima de Hyrule – e é escolhido pelo prefeito para levar o rebanho até a cidade de Hyrule. Ele acaba se deparando com um misterioso portal negro de onde surgem monstros, e eventualmente acaba sendo levado… e ao chegar nesse mundo paralelo estranho, ele vira um lobo!

Jogadores poderão não apenas controlar Link no mundo normal, mas também o lobo quando estiverem do outro lado do portal. A versão bestial do herói tem diversas habilidades extras, como a capacidade de se comunicar com outros animais – algo que promete ser um dos destaques do episódio.

A primeira das inovações na série será o uso de uma trilha sonora orquestrada para determinadas cenas. Uma parte das músicas continuará sendo sintetizada para garantir sua interatividade – mas a bela trilha de Koji Kondo já mostrou enorme potencial quando interpretada por instrumentos de verdade.

Mas talvez a característica mais interessante seja algo que não passa de um rumor por enquanto: a revista oficial da Nintendo na Europa garante ter ouvido de uma fonte confiável que os atrasos do game até o final de 2006 foram feitos para garantir que Twilight Princess seja compatível com o controle do Revolution. O novo console da Nintendo roda normalmente jogos de GameCube… mas Zelda, ao contrário dos demais, receberia conteúdo inédito quando executado nessa plataforma. E o que poderia ser melhor do que poder usar o revolucionário controle?

link lobo

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É pessoal acabamos de mostrar pra você os melhores games desse classico que é Legends of Zelda.Mas prometemos bônus no final desta parte,então que venham os bônus:

BÔNUS:

Lnks da Capcom

Enquanto a Nintendo estava de mãos cheias com outros projetos para Game Boy Advance e GameCube, um estúdio da Capcom, a Flagship, começou a trabalhar em remakes dos primeiros dois Zeldas para o Game Boy Color. A trilogia seria completada por um terceiro game inédito, cada um usando um dos três pedaços da Triforce como tema. A idéia era recriar os episódios clássicos em um remix mais amigável para novatos.

Logo de cara os criadores esbarraram em um problema sério: a largura reduzida da tela do portátil não permitia a recriação de muitas salas do primeiro game. Daí surgiu o conceito de fazer três games inéditos, permitindo que um sistema de passwords habilitasse a troca de itens entre as versões. A implementação desse sistema também se mostrou traiçoeira, e a série foi diminuída para dois episódios: Oracle of Ages e Oracle of Seasons.

Os dois games se basearam na tecnologia de Link’s Awakening, usando até imagens do clássico do Game Boy. Cada um dos dois episódios traz alguns elementos únicos: enquanto Ages permite viagens entre passado, presente e futuro e é mais voltado para quebra-cabeças, Season permite que você alterne entre as quatro estações do ano e pega pesado na ação. Certas ações tomadas em um jogo, assim como uma coleção de anéis com poderes especiais colecionados, influenciam sua aventura no outro cartucho.

As duas aventuras começam com Link entrando em um templo e sendo sugado para mundos alternativos, colocando a aventura na mesma categoria paralela de Link’s Awakening, Minish Cap e Majora’s Mask - que não se passam em Hyrule.

Mantendo a linha visual iniciada em Wind Waker, Minish Cap usa como base a arte de Wind Waker e trouxe para o GBA a jogabilidade dos Zelda de Nintendo 64 e GameCube: além da maior agilidade de movimentação, com rolamentos e a possibilidade de andar com o escudo empunhado (entre outras coisas), o botão R se tornou “sensível ao contexto”. Por exemplo: com o personagem parado, o botão não tem função, mas durante o movimento ele pode ser pressionado para fazer Link rolar no chão, ou conversar quando o herói se aproxima de alguém. Na nova aventura, Link deve novamente salvar a princesa – agora uma amiga de infância – que foi transformada em pedra por um feiticeiro maligno. Para completar essa missão, ele contará com a ajuda de Ezlo, uma criatura muito temperamental que é um cruzamento entre um chapéu e um pássaro, e os Minish, uma raça de minúsculos seres da floresta. Assim como os outros jogos da série Zelda, Minish Cap traz um arsenal de itens mágicos, e recupera a possibilidade de se aprender novos movimentos com a espada – coisa que não se via desde o segundo Zelda, para o NES. Além disso, é possível habilitar diversos extras no jogo através dos Kinstones, pedras que são como peças de quebra-cabeças. Quando Link oferece a peça certa que completa o quebra-cabeça de um dos Minish, o jogador recebe tesouros, novos cenários para explorar, entre outras coisas.

Há o rumor de que The Minish Cap na verdade é o produto final de um projeto que se iniciou bem antes. Originalmente, o jogo se chamaria Mystical Seed of Courage, e seria o terceiro jogo da série para o Game Boy Color (juntamente com os dois “Oracles”). Algumas informações do jogo já teriam sido divulgadas até que esse projeto original foi abandonado em 2000. Nada disso foi confirmado pela Nintendo, mas a Capcom pode ter deixado as pistas dentro do próprio jogo: no decorrer da história, surgem três Oráculos, mas apenas dois deles podem ser ajudados por Link, como uma referência ao terceiro jogo que nunca saiu.

O game recebeu diversos prêmios em 2005 (ano em que foi lançado nos Estados Unidos) e deixou os fãs com um desejo por mais, cada vez mais ansiosos pelo lançamento do novo jogo da série, The Twilight Princess.

À Quatro Espadas

A chegada do Game Boy Advance marcou uma nova etapa na história de Legend of Zelda. A Capcom e a Flasgship entraram em cena na produção dos jogos, que ficaram só sob a supervisão da Nintendo, e um ano depois do lançamento do portátil, a Nintendo relançou A Link to The Past, o terceiro jogo da cronologia oficial. A releitura em si não trouxe maiores novidades. Os gráficos e a música foram levemente retocados e Link ganhou as vozes de Ocarina of Time, mas a essência se manteve a mesma. O grande chamariz dessa versão não era bem o jogo em si, mas um modo paralelo que vinha junto no pacote, chamado The Four Swords (Yotsu no Tsurugi). Esse “jogo dentro do jogo” era um novo Zelda, totalmente refeito para o GBA. O tempo de jogo era menor do que um Zelda propriamente dito, mas em compensação, dava a opção de se jogar com mais três amigos ao mesmo tempo – o intuito do jogo na verdade é esse: é impossível completar The Four Swords com apenas um jogador. A missão de Link (ou dos Links) no jogo é viajar por Hyrule até derrotar o maligno Vaati, um mago com poderes de vento que – para variar – seqüestrou a princesa. O jogo traz várias situações onde é necessário invariavelmente mais de um jogador para prosseguir, e seu sucesso gerou uma versão para GameCube. A diferença dessa versão para a de GBA é que o jogo traz o modo de um jogador, além do tradicional multiplayer. Quando há mais de um jogador, cada um controla um dos Links (sendo necessário um Game Boy Advance para cada jogador), mas com apenas uma pessoa no controle, os outros três heróis vão seguindo o principal, e podem receber comandos pré-programados, permitindo o avanço.

O GameCube ainda recebeu mais dois jogos antigos da série Zelda: um deles foi o conhecido Master Quest, uma versão de Ocarina of Time com dificuldade aumentada, e uma seleção que trazia quatro jogos da série (Zelda, Zelda II, Ocarina of Time e Majora’s Mask) além de uma demo jogável de Wind Waker.
Zelda da Phillips?!?

Além da Capcom, uma outra empresa fez três episódios da série Zelda… só que sem a supervisão de Shigeru Miyamoto. Quando a Nintendo brigou com a Sony e cancelou o leitor de CD PlayStation para o Super Nintendo, a Phillips concordou em desenvolver o acessório. Em troca, ele ganharam os direitos de produzir jogos da série Zelda. Se a Nintendo tivesse idéia do tamanho da bomba que seriam esses três games, e que só iria usar discos óticos duas gerações depois, eles jamais teriam concordado.

Em 10 de outubro de 1993, o CD-i da Phillips ganhou dois episódios: The Faces of Evil, que trazia Link como protagonista, e Wand of Gamelon, no qual jogadores controlavam pela primeira vez a princesa Zelda. Na tentativa de aproveitar o espaço disponibilizados pelos CDs, os games traziam desenhos animados de abertura, diálogos falados, animação feita a mão e fundos desenhados individualmente. Isso não quer dizer que o nível de qualidade desses elementos fosse bom – pelo contrário, eram todos terríveis. Além dos jogos serem lentos e mal estruturados, eles ainda seguiam uma perspectiva mais parecida com a de Zelda II.
Faces of Evil conta as aventuras de Link em Koridai, uma ilha distante onde Ganon se refugiou. Sendo avisado por um mago misterioso que ele capturou a princesa, ele viaja para o estranho local. Ele deve usar o Livro de Koridai para completar sua missão. Já em Wand of Gamelon, o rei de Hyrule viaja para um reino distante e desaparece. Link segue para encontrá-lo e também some… deixando Zelda como a última opção de resgate.

Em 5 de junho de 1994, a Phillips decide dar seu golpe de misericórdia: com uma nova produtora no projeto, é lançado Zelda’s Adventure. Desta vez a perspectiva superior dos Zeldas tradicionais é usada, e os desenhos são trocados por atores de carne e osso. Isso não impede o jogo de deixar cicatrizes tão profundas quanto os antecessores.

Zelda Online, acredite se quiser

Realizando um antigo sonho da Nintendo de integrar os seus consoles com o mundo dos jogos online, a empresa lançou o periférico Satellaview, que ficou conhecido depois apenas como BS-X (Broadcast Satellaview X).

O aparelho foi lançado apenas no Japão, e era uma espécie de modem que permitia jogar uma série de títulos exclusivos “online”. Em determinados dias e horários estipulados pela Nintendo, mo modem podia baixar os jogos, que eram executados no console enquanto a transmissão durasse. Diversos jogos da própria empresa tiveram versões para o Satellaview, e Zelda foi um deles.

Foram lançadas ao total duas versões “online” de Legend of Zelda, uma baseada no jogo original no NES, e outra chamada BS Zelda no Densetsu: Kodai no Sekiban (Legend of Zelda BS: A Placa de Pedra da Antiguidade), baseado em A Link to The Past (SNES). O primeiro Zelda BS teve duas transmissões, e o jogo era em sua essência um “novo” Zelda. Alguns dos grandes diferenciais eram as grandes melhorias nos gráficos do jogo (que foram adaptados para o Super NES), cenários e dungeons remodeladas, novos inimigos e tesouros, a possibilidade de escolher entre personagens do sexo feminino e masculino, e o grande “barato” do sistema BS-X, que era o marcador de tempo. Esse Zelda, como todos os outros jogos para Satellaview, tinham um horário certo de transmissão, e só era possível jogar durante esse horário.

O jogo todo era dividido em quatro capítulos – ou quatro dias de transmissão – nos quais os jogadores tinham que completar o jogo e a cada semana, mais conteúdo era adicionado. Em certos horários pré-definidos, todos os monstros da tela poderiam ser mortos, as armas do jogador poderiam sofrer upgrades, entre outras coisas. O jogo também tinha narração falada durante alguns momentos: assim como em um programa de rádio, o satélite transmitia a voz de um ancião dando dicas e falando sobre o mundo de Zelda. Os quatro capítulos do primeiro Zelda de BS-X foram transmitidos em dois períodos: durante o mês de agosto de 1995 e entre dezembro e janeiro de 1996.

Kodai no Sekiban chegou em 1997 e tornou-se, em relação a A Link to the Past, o que Master Quest é hoje para Ocarina of Time: é o mesmo jogo, com os mesmos cenários, porém uma série de extras para se adaptar à nova tecnologia. Cada uma das transmissões era composta de missões que duravam exatamente uma hora, e pontos eram dados para os jogadores que as terminassem mais rápido. Mesmo durante as animações, abertura do jogo ou telas de menu, o contador de tempo não parava, tornando o jogo forçosamente viciante – se o jogador não conseguisse completar os objetivos durante a hora da transmissão, já não haveria tempo para chegar até o final da história. O jogo começava com apenas uma porção do mundo de Hyrule disponível para exploração, e esse espaço ia aumentando a cada semana – sendo que o total se manteve como quatro episódios, um a cada sete dias. Ao invés dos três pingentes e sete cristais, itens necessários para se completar o jogo em A Link to The Past, os jogadores deveriam recuperar oito placas de pedra, espalhadas por diversos locais do mundo de Hyrule. No fundo, era uma disputa para ver quem conseguia reunir todas as placas no menor tempo, durante um mês. As vozes do jogo também aumentaram: além do narrador, algumas seqüências explicativas da história e introduções à algumas das aventuras extras também eram faladas. Esse Zelda também teve seus quatro capítulos transmitidos duas vezes: a primeira entre março e abril de 1997, e a outra em meados de 1998 (a informação exata não se encontra mais disponível).

Curiosidades:

• Apesar de inúmeras referências oficiais apontarem o nome do herói como Link, cabe ao jogador definir como se chama o protagonista. Link é “elo”, em inglês, fazendo referência à ligação entre ele e o jogador.

• Link é canhoto, apesar de alguns jogos 2D mostrarem a espada em mãos diferentes quando ele olha para para a direita.

• Desde o lançamento de A Link to The Past, o protagonista quase sempre começa suas aventuras dormindo.
• Na versão norte-americana de A Link to the Past, existe uma sala secreta cheia de rupees (o dinheiro de Hyrule). Essa sala recebeu o nome de um assinante da revista Nintendo Power, Chris Houlihan, e não aparece nas versões japonesas. Ela reaparece no remake para Game Boy Advance, mas sem a mensagem do leitor.
• Os cuccos, galinhas que fazem sua estréia em A Link to the Past, são mais perigosos do que parecem. Se você ataca um, ele foge assustado. Mas se você continuar judiando dos animais, a tela se enche de versões voadoras – e bastante agressivas!

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Aqui acaba o nosso especial sobre este grande personagen chamado link.Espero que vocês tenham gostado!!!!

Semana que vem você fica com o especial sobre GTA(confira mais informações em brve).Até a proxima.E vamos aguardar mais classicos de Legends of Zelda.

10
Mai

downloads 2º edição

Se você quer baixar otimos games para o seu PC baixe aqui na Games-X:

Lego Star Wars:

Participe das aventuras de Guerra nas Estrelas em forma de Lego! Todos os personagens estão lá: Darth Maul, Obi-Wan, e até o Yoda! Imperdivel!

Pege agora seu sabre de luz e baixe!click aqui:lego star wars

Naruto: The Way of the Ninja:

Se você é fan do anime Naruto,este game é feito pra você:

O game Naruto: The Way of the Ninja é um verdadeiro tributo aos fans,ele conta com 42 personagens principais e secundarios da serie.

Baixe aqui:Naruto The Way of the Ninja

Mario Forever:

Mario Forever é um remake do consagrado Super Mario 3,alem de ser cheio de desafios ainda é mais divertido do que o original:

É download obrigatorio para fans do super heroi encanador,Baixe aqui:Mario-Forever

Sonic Robo Blast 2:

Não me perguntem sobre o primeiro que eu não sei de nada.Mas em minha opinião Sonic Robo Blast 2 é o melhor game do sonic feito por fans.

Além de ser divertido ele é em 3D.E conta com os tres personagens principais,Sonic,Tails e Knucles.

Pare de ler e baixe agora,imperdivel para fans do ouriço:Sonic Robo Blast

As tartarugas ninja Tournament Fighters:

Se você gosta destas tartarugas vão adorar este game feito tambem com a ferramenta mugen.

Mesmo sendo um remake do game lançado para Mega drive e Super nintendo,é um otimo jogo trazendo todos os personagens principais da serie para seu PC.

Donatello, Michellangelo, Raphael e Leonardo vão partir pra briga contra o Destruidor mais uma vez.

mais um game f***,baixe agora:Ninja Turtle Fighters Remake

Os Cavaleiros do Zodíaco:

Um dos animes mais conhecidos ganha seu game para PC feitos por fans,trata-se dos Cavaleiros do Zodíaco:

O game tras os principais herois e viloes do desenho para brigar nas casa dos caveleiros de ouro e vencer saga de gemeos.

Baixe agora:Cavaleiros do Zodiaco

Street Chaves:

Agora nosso blog disponibiliza downloads de games para pc mucho lokos.

E se você gosta da turma do chaves vai adorar este game,Street Chaves:

Inspirado em street fighter este game conta com toda a turma do cortiço do chavinho,todos com os colpes de personagens como terry bogard(fatal fury) e atena asamya(se o nome não estiver errado).

baixe agora,diversão garantida:Street-Chaves

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Estes foram nossos primeiros downloads apartir de agora a seção de downloads sera atualizada toda semana com varios games,e você ainda pode pedir o download que quizer deixando um comentario.

Por tanto fique ligado aqui na Games-X.

09
Mai

Burnout para PC!!!

Certamente muitos jogadores de PC já reclamaram pelo descaso com esta plataforma da série Burnout, que teve origem em 2001 pela Criterion Studios e que sempre foi exclusiva dos consoles. Hoje, porém, a Electronic Arts realiza o sonho dessas pessoas ao anunciar que está preparando uma conversão especial para computador de Burnout Paradise, o último game da franquia que saiu em janeiro para Xbox 360 e PS3.
Ainda não há uma data para sair o primeiro game de Burnout para PC, mas a Criterion deve retrabalhar o game em vários aspectos, como expansão do modo multiplayer, novos recursos online e conteúdo voltado para comunidade de pilotos. Burnout Paradise permite ao jogador explorar livremente a cidade com o seu veículo, incluindo muitas missões e corridas que vão requerer velocidade intensa e ação frenética ao meio do trânsito comum à cidade e inimigos desafiadores.

08
Mai

No mundo dos games/primeira coluna da Games-X

Os posts no mundo dos games vem se tornando um grande sucesso aqui na Games-X.Então agora nós transformamos as noticias semanais de no mundo dos games uma coluna oficial do nosso Blog.Então confira mais uma edição da coluna No mundo dos games:

Mirror’s Edge vai utilizar a engine Unreal 3:

Quem imaginava que a Digital Illusion havia feito uma nova engine para criar o game de ação Mirror’s Edge que promete uma jogabilidade revolucionária com técnicas de Parkour e gráficos ultra-realistas em ambientes urbanos, vai se surpreender com a declaração da equipe de desenvolvimento para o site Joystiq que revelou que o game na verdade utiliza a engine Unreal 3,famoso game da Epic.

Segundo a equipe de desenvolvimento, a escolha pela engine foi feita no início do projeto, quando ele ainda estava nas mãos do estúdio Frostbite, e que está sendo feito uma solução paralela para o tratamento de luz para deixar os gráficos com um estilo único.
Olhando a primeira vista, parece difícil de acreditar a transformação de ambientação ao comparar alguns games já lançados com a engine Unreal 3, como Gears of War e UT 3, com esta nova promessa da EA, o que demonstra também o alto grau de possibilidade de customização da tecnologia.

Veja novas imagens de Race Driver: GRID

A Codemasters divulgou três imagens inéditas do Race Driver: GRID, novo título da Racing Driver One com previsão de lançamento para junho para PC, Playstation 3 e Xbox 360. O simulador de corrida vai apresentar os dramas, rivalidades, a agressividade e os acidentes nas pistas de corrida. Confira:


Novas imagens de Voltage:

A Lexicon Entertainment divulgou novas telas, das quais vamos mostrar 3, do Voltage, jogo de corrida futurístico parecido com o game do Speed Racer com elementos de estratégia em tempo real em desenvolvimento pela tcheca IBA Group para PC, Playstation 3 e Xbox 360. Ainda sem previsão de lançamento, o game apresenta competições que acontecem num futuro distante, nos planetas do sistema solar, onde os jogadores competem pelo título de melhor corredor do sistema solar. As corridas acontecem em planetas como a Terra, Marte, Vênus, Júpiter, Saturno, entre outros.

Marvel Super Hero Squad:

Um novo jogo dos heróis da Marvel está em produção pelas mãos da THQ. Com o título de Marvel Super Hero Squad, o game traz vários super heróis do universo das histórias em quadrinhos, como o Homem de Ferro, Thor, Hulk, Wolverine, Capitão América, Homem Aranha, O Quarteto Fantástico, entre outros para lutar contra as forças do mal de vilões como Magneto, Doutor Destino, Loki, entre outros.
O jogo tem como público alvo também crianças de 4 a 10 anos e será de ação, provavelmente no mesmo estilo de X-Men Legends e Marvel Ultimate Heroes.
Marvel Super Hero Squad é um jogo para Xbox 360, PlayStation 3, PC e Nintendo Wii, ainda sem previsão de lançamento.

E por ulmo controle as forças do mal em The Lord of the Rings: Conquest

Depois de diversos jogos baseados na série The Lord of the Rings (O Senhor dos Anéis), a Electronic Arts anuncia mais um título em produção. Trata-se de The Lord of the Rings: Conquest, um jogo de ação produzido pela Pandemic Studios.
A novidade neste título é que o jogador controla não as forças do bem, como a trupe de Frodo e companhia, mas sim os exércitos de Sauron. Será possível devastar diversas áreas do continente com Trolls da caverna, Orcs e até o temido Balrog. Além de poder controlar o próprio Sauron.
The Lord of the Rings: Conquest é um jogo para PC, Nintendo DS, Xbox 360 e PlayStation 3.

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Essa foi mais uma edição da coluna No mundo dos games.até a proxima pessoal!!